BEM VINDOS AO MEU BLOG!!!!

IDEIAS MIL BLOGSPOT

ATIVIDADES ESCANEADAS, PLANEJAMENTOS, DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM, ARTESANATOS, DESENHOS E OUTRAS IDEIAS.









BEM VINDOS AO MEU BLOG!!!

quarta-feira, 20 de julho de 2011

segunda-feira, 18 de julho de 2011

E. E. "JÚLIO CÉSAR REIS OLIVEIRA": PROJETO ESPORTE NA ESCOLA

E. E. "JÚLIO CÉSAR REIS OLIVEIRA": PROJETO ESPORTE NA ESCOLA: "EM NOSSA ESCOLA EXISTE ALGUNS VOLUNTARIOS QUE PARTICIPAM DE PROJETOS ESPORTIVOS. NAS FOTOS ABAIXO PODEREMOS VER UM DOS MUITOS RESULTADOS OB..."

sexta-feira, 15 de julho de 2011

APOIO A AMANDA GURGEL



Por que não aceitei o prêmio do PNBE






Oi,

Nesta segunda, o Pensamento Nacional de Bases Empresariais (PNBE) vai entregar o prêmio “Brasileiros de Valor 2011″. O júri me escolheu, mas, depois de analisar um pouco, decidi recusar o prêmio.

Mandei essa carta aí embaixo para a organização, agradecendo e expondo os motivos pelos quais não iria receber a premiação. Minha luta é outra.

Espero que a carta sirva para debatermos a privatização do ensino e o papel de organizações e campanhas que se dizem “amigas da escola”.

Amanda

Natal, 02 de julho de 2011

Prezado júri do 19º Prêmio PNBE,

Recebi comunicado notificando que este júri decidiu conferir-me o prêmio de 2011 na categoria Educador de Valor, “pela relevante posição a favor da dignidade humana e o amor a educação”. A premiação é importante reconhecimento do movimento reivindicativo dos professores, de seu papel central no processo educativo e na vida de nosso país. A dramática situação na qual se encontra hoje a escola brasileira tem acarretado uma inédita desvalorização do trabalho docente. Os salários aviltantes, as péssimas condições de trabalho, as absurdas exigências por parte das secretarias e do Ministério da Educação fazem com que seja cada vez maior o número de professores talentosos que após um curto e angustiante período de exercício da docência exonera-se em busca de melhores condições de vida e trabalho.

Embora exista desde 1994 esta é a primeira vez que esse prêmio é destinado a uma professora comprometida com o movimento reivindicativo de sua categoria. Evidenciando suas prioridades, esse mesmo prêmio foi antes de mim destinado à Fundação Bradesco, à Fundação Victor Civita (editora Abril), ao Canal Futura (mantido pela Rede Globo) e a empresários da educação. Em categorias diferentes também foram agraciadas com ele corporações como Banco Itaú, Embraer, Natura Cosméticos, McDonald’s, Brasil Telecon e Casas Bahia, bem como a políticos tradicionais como Fernando Henrique Cardoso, Pedro Simon, Gabriel Chalita e Marina Silva.

A minha luta é muito diferente dessas instituições, empresas e personalidades. Minha luta é igual a de milhares de professores da rede pública. É um combate pelo ensino público, gratuito e de qualidade, pela valorização do trabalho docente e para que 10% do Produto Interno Bruto seja destinado imediatamente para a educação. Os pressupostos dessa luta são diametralmente diferentes daqueles que norteiam o PNBE. Entidade empresarial fundada no final da década de 1980, esta manteve sempre seu compromisso com a economia de mercado. Assim como o movimento dos professores sou contrária à mercantilização do ensino e ao modelo empreendedorista defendido pelo PNBE. A educação não é uma mercadoria, mas um direito inalienável de todo ser humano. Ela não é uma atividade que possa ser gerenciada por meio de um modelo empresarial, mas um bem público que deve ser administrado de modo eficiente e sem perder de vista sua finalidade.

Oponho-me à privatização da educação, às parcerias empresa-escola e às chamadas “organizações da sociedade civil de interesse público” (Oscips), utilizadas para desobrigar o Estado de seu dever para com o ensino público. Defendo que 10% do PIB seja destinado exclusivamente para instituições educacionais estatais e gratuitas. Não quero que nenhum centavo seja dirigido para organizações que se autodenominam amigas ou parceiras da escola, mas que encaram estas apenas como uma oportunidade de marketing ou, simplesmente, de negócios e desoneração fiscal.

Por essa razão, não posso aceitar esse Prêmio. Aceitá-lo significaria renunciar a tudo por que tenho lutado desde 2001, quando ingressei em uma Universidade pública, que era gradativamente privatizada, muito embora somente dez anos depois, por força da internet, a minha voz tenha sido ouvida, ecoando a voz de milhões de trabalhadores e estudantes do Brasil inteiro que hoje compartilham comigo suas angústias históricas. Prefiro, então, recusá-lo e ficar com meus ideais, ao lado de meus companheiros e longe dos empresários da educação.

Saudações,

Professora Amanda Gurgel

quarta-feira, 6 de julho de 2011

VERGONHA PARA O BRASIL!



Veja foto do professor da UFMA que é acusado de práticas de racismo contra aluno nigeriano


Publicado em 1 de julho de 2011 por John Cutrim

Por Jully Camilo (JP)

O aluno nigeriano Nuhu Ayuba, de 21 anos, estudante do primeiro período do curso de Engenharia Química da Universidade Federal do Maranhão (Ufma), declarou ao Jornal Pequeno, na manhã de hoje (1º), que já há algum tempo vem sendo vítima de racismo por parte de um professor do curso.

O estudante revelou que o professor responsável por ministrar a disciplina de Cálculo Vetorial, Cloves Saraiva, o tem humilhando sistematicamente na frente de todos os alunos da turma, com frases do tipo “Somos de mundos diferentes”; “Aqui é diferente da África, somos civilizados”; “Com quantas onças você já brigou na África?”, entre outras expressões.





Professor Cloves e o aluno nigeriano Nuhu Ayuba. Foto: G. Ferreira

Em decorrência desse suposto comportamento racista do professor, colegas de turma de Nuhu elaboraram um abaixo-assinado (veja aqui), que foi divulgado na internet e já está com a reitoria da Ufma. Segundo o relato dos alunos, por mais de uma vez o professor interpelou Nuhu afirmando que o mesmo deveria “voltar à África” e “clarear a sua cor”. Noutro caso, o professor faz chacota com a pronúncia do nome do aluno relacionando com o palavrão “no cu”.


Nuhu Ayuba contou ao JP que está em São Luís há três meses. Ele veio para o Brasil por meio do Programa de Estudantes – Convênio de Graduação (PEC-G), administrado pelo Ministério das Relações Exteriores, por meio da Divisão de Temas Educacionais, e pelo Ministério da Educação, em parceria com instituições de Ensino Superior em todo o país. (Veja a matéria completa na edição de amanhã (2) do JP)

quinta-feira, 23 de junho de 2011

DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM

Disgrafia

A disgrafia é caracterizada por alterações na pressão da letra e na falta de harmonia dos movimentos, bem como nos signos gráficos diferenciados. Por isso, é também chamada ou confundida por “letra feia”. Isso acontece devido a uma incapacidade da criança de recordar a grafia da letra. Ao tentar recordar, ela escreve muito lentamente, o que acaba unindo inadequadamente as letras, tornando a letra ilegível.

Existem dois tipos básicos de disgrafia:

1.Disgrafia motora (discaligrafia): a criança consegue falar e ler, mas encontra dificuldades na coordenação motora fina para escrever as letras, palavras e números.
2.Disgrafia perceptiva: a criança não consegue fazer relação entre o sistema simbólico e as grafias que representam os sons, as palavras e frases.
Vejamos algumas características da disgrafia:

•Letra ilegível.
•Lentidão na escrita.
•Escrita desorganizada.
•Traços irregulares ou muito fortes, que chegam a marcar o papel, ou muito leves.
•Desorganização geral na folha por não possuir orientação espacial.
•Desorganização do texto.
•Desorganização das letras.
•Desorganização das formas.
•O espaço muito irregular entre as linhas, palavras e letras.
•Ligação das letras de forma inadequada e com espaçamento irregular.


Disortografia

No início do processo de letramento e alfabetização, é muito comum que as crianças façam confusões ortográficas. Como vimos acima, somente após as séries iniciais é que as trocas ortográficas podem indicar uma disortografia. Não se tratando de uma patologia ou doença, a disortografia pode ser contornada e superada com acompanhamento adequado, respeitando as especificidades de cada caso.

A disortografia é caracterizada por um transtorno da escrita e reflete um processo cognitivo da linguagem defeituoso, mas não se refere à alteração no aspecto motor. Este transtorno ocorre devido às dificuldades/problemas na fase inicial da aprendizagem da leitura e da escrita ou devido a uma aprendizagem com inadequações gramaticais, tendo, como consequência, a presença de erros ortográficos que não seriam reproduzidos caso todas as lacunas do conhecimento gramatical da língua estivessem preenchidas.

Vejamos algumas características da disortografia:
•Troca de letras que se parecem sonoramente: faca/vaca, chinelo/jinelo, porta/borta.
•Confusão de sílabas como: encontraram/encontrarão.
•Adições: ventitilador.
•Omissões: cadeira/cadera, prato/pato.
•Fragmentações: en saiar, a noitecer.
•Inversões: pipoca/picoca
•Junções: no diaseguinte, sairei mais tarde

De forma complementar, assista ao vídeo “Fonoaudiologia – Disortografia e Disgrafia” clicando no link abaixo:



Dislexia


A definição mais aceita para dislexia é a da International Dyslexia Association. Segundo a entidade, trata-se
de distúrbio específico da linguagem, de origem constitucional, caracterizado pela dificuldade de decodificar palavras simples. Mostra uma insuficiência no processo fonológico. Estas dificuldades de decodificar palavras simples não são esperadas em relação à idade. Apesar de submetida à instrução convencional, adequada inteligência, oportunidade sociocultural e não possuir distúrbios cognitivos e sensoriais fundamentais, a criança falha no processo de aquisição da linguagem. A dislexia é apresentada em várias formas de dificuldade com as diferentes formas de linguagem, frequentemente incluídos problemas de leitura, em aquisição e capacidade de escrever e soletrar.

De modo geral, podemos afirmar que há dois tipos de dislexia:

1.Dislexia de desenvolvimento: refere-se a alterações na aprendizagem da leitura e da escrita com origem ambiental, ou seja, relacionadas às condições da aprendizagem escolar.

2.Dislexia adquirida: a aprendizagem da leitura e da escrita é construída normalmente, mas, em função de alguma lesão cerebral, foi prejudicada.

São considerados sintomas mais recorrentes que podem sinalizar um possível quadro de dislexia na primeira infância:
•Lentidão na aprendizagem do movimento motor de segurar objetos.
•Choro constante.
•Não fazer o laço do sapato.
•Não pegar e chutar bola.
•Atraso na locomoção.
•Atraso na aquisição da linguagem.
•Dificuldades na memorização.
•Dificuldades de distinguir sons.
•Perturbações no sono.
•Enurese noturna.
•Dificuldades de adaptação nos primeiros anos escolares.

dislexia

Para informar-se melhor sobre a dislexia, assista aos vídeos selecionados. Para tal, clique nos links abaixo, na caixa de observações.




FONTE: http://pos.nead.ufsj.edu.br/

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO "PRÁTICAS DE LETRAMENTO  EALFABETIZAÇÃO"
COMO PARTICIPO COMO ALUNA DO CURSO DE LETRAMENTO  E ALFABETIZAÇÃO PELA  UFSJ POSTEI ESTAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM, POIS SABEMOS QUE MUITAS VEZES NÃO TEMOS O SUPORTE DE QUE NECESSITAMOS NAS ESCOLAS, PRINCIPALMENTE SE FOR  PÚBLICA, ESPERO QUE AJUDEM TODAS AS COLEGAS!

quinta-feira, 2 de junho de 2011

BULLYNG



Vai acontecer do dia 23 ao dia 27 do mês de maio de 2011 o Projeto sobre Bullying.
"Um desafio Social".

 
Objetivos do Projeto.

I. Desenvolver um projeto de intervenção na escola, detectando junto com os alunos as necessidades e os seus interesses reais para trabalhar a diversidade cultural;

II. Envolver educadores e educandos através de palestras de forma interdisciplinar com atividades diversificadas num ambiente de cooperação onde as decisões serão coletivas e comprometidas com os objetivos e com as etapas do projeto e avaliação;

III. Proporcionar ao educando a oportunidade de conhecer culturas e tradições diferentes das suas, em textos orais, locais e regionais, tradições ainda conservadas por algumas comunidades e pouco trabalhados na escola, uma vez que, não há registro escrito dos mesmos;

IV. Conhecer e otimizar de forma significativa as relações de gênero, orientação sexual, raça, etnias presentes em nossa sociedade;

V. Promover a formação contínua e a interdisciplinaridade entre as disciplinas do currículo escolar;

VI. Proporcionar a interação entre escola e comunidade;

VII. Criar novas formas e instrumentos de intervenção psicológica, educativa e social que favoreça uma continua transformação das representações individuais de gênero, com o objetivo de diminuir ou amenizar as desigualdades entre homens e mulheres;

VIII. Incentivar os alunos(as) a analisar os papeis que a sociedade atribui a cada sexo e orientando-os o que de bom e mau tem cada um, levando o(a) aluno(a) a descobrir a existência de inúmeros esquemas de conduta atribuídos a cada sexo.

Será a semana do Bullying:

Palestras
Filmes
Atividades em sala de aula
Apresentação de teatro pelos professores
Apresenção de trabalhos pelas turmas: parodia, dança, música, documentário, divulgação na escola, teatro, cartaz em grafitte e depoimentos de superação.

http://eejuliocesarreisoliveira.blogspot.com/

LATINHAS


AMO ARTESANATO E ADORO MINHAS COISAS  DE CASA E DA ESCOLA BEM BONITAS, TAMBÉM É BOM PARA INCENTIVAR AS CRIANÇAS A TEREM SEUS OBJETOS BEM TRATADOS, COM BASTANTE CARINHO, ENTÃO RESOLVI ENFEITAR ESTAS LATINHAS E MEU MARIDO CORTOU A TAMPA DE ALGUMAS PARA SERVIR DE COFRINHO, FICOU SHOW.




segunda-feira, 23 de maio de 2011

Professora Amanda Gurgel

A professora Amanda Gurgel teve uma oportunidade na assembleia no RN e não perdeu a oportunidade de falar as coisas que todo educador do Brasil gostaria de falar, e creio que é do Oiapoque ao Chuí.
No dia 23 de maio pude vê-la dando uma entrevista na rede record de televisão onde a jornalista perguntou com um ar de "espanto" sobre os professores do RN não poderem merendar a merenda dos alunos, aqui em MG também não podem, e falta muito material, o governo dispõe livros aos alunos, mas não dispõe de materiais de apoio para os professores e principalmente quando se encontram no ensino fundamental eensino médio, sem falar na EJA (Educação de Jovens e Adultos), nós ainda estamos na época do stencial (esta folha - stencil é rodada em um aparelho onde existe uma matriz a alcool, que é rodado no mimeografo) este processo é bem artesanal, há esperdicio de folha e as imagens e textos em sua maioria saeem borrados isto vem a desestimular professores e alunos e ainda não entrei no que diz respeito ao salário que é vergonhoso, mas como Amanda disse, a vergonha não é minha e sim de quem o paga.
Sempre vejo as reportagens e todas têm a mesma fala, que a EDUCAÇÃO precisa ser melhorada em todos os aspectos, que ela está sucateada e que em alguns lugares está pior do que nas escolas onde atuo, e digo escolas por que uma só não dá para fazer nada com o salário.
Se falam que o Brasil só poderá crescer através da EDUCAÇÃO por que não investir no ensino fundamental, pois não podemos ver magistrados sem serem alfabetizados, por ótimas educadoras do ensino fundamental  e médio. A educação superior também tem que ser vista para formar profissionais qualificados e capazes a atuar no mercado de trabalho.
Entro junto a Amanda e muitas de minhas colegas na luta pela dignidade pela EDUCAÇÂO.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

LATINHAS


FIZ ALGUNS TRABALHOS EM LATINHAS DE MASSA DE TOMATE E ADOREI, A RECICLAGEM É BOM PARA O MEIO AMBIENTE E FICARAM UMA GRACINHA COMO PORTA LÁPIS E PORTA TRECOS PARA A ESCOLA.